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PARA QUEM CORRE · NADA · PEDALA · LEVANTA · COMPETE

Avaliação metabólica para quem treina com os números errados.

VO₂máx + limiares + economia de corrida + zonas reais. Para você prescrever treino com os SEUS números — não com a tabela de alguém que não conhece seu corpo.

Recepção responde rápido e organiza sua avaliação esportiva completa.

Avaliação completa em 60-90 min · Av. República do Líbano · São Paulo

Cinco leituras que destravam plateau atlético.

Mesmo princípio das cinco leituras clínicas, mas em lente de performance:

  1. 01

    Limiar 1 e Limiar 2 medidos

    Onde sua transição aeróbica acaba e onde sua transição anaeróbica começa — em lactato + ventilatório.

  2. 02

    VO₂máx real, não estimado

    Capacidade aeróbica máxima com gás expirado. Comparada a normativa da sua faixa e nível.

  3. 03

    Economia de movimento

    Quanto custa cada km, cada watt, cada metro nadado — em kcal por unidade de trabalho.

  4. 04

    Zonas reais de treino

    As 5-7 zonas calibradas para seu corpo, não para uma fórmula 220-idade.

  5. 05

    Quando seu corpo troca de gordura pra glicose durante o esforço

    A zona exata em que seu corpo muda de combustível durante o treino. Decisivo para resistência, performance e composição corporal.

Quando uma avaliação cardiopulmonar é feita certo, ela vira o seu mapa.

O laudo de ergoespirometria com SVDL não é um número. É um plano de treino com cinco zonas metabólicas pessoais — calculadas a partir do seu limiar 1, do seu limiar 2 e da sua frequência cardíaca máxima real medida no teste. O que está abaixo é do sistema que gera o laudo — exatamente como você recebe.

Tabela das 5 zonas metabólicas calculadas a partir dos dados do teste — tela da Plataforma AMA.
5 zonas calculadas a partir dos seus dados — tabela que sai no laudo
Análise SVDL dos limiares metabólicos 1 e 2 na Plataforma AMA — determinação sobre os dados reais do teste.
Determinação dos limiares 1 e 2 (SVDL) — análise sobre seu teste, não estimada
Curvas de VO₂, lactato e zonas de treinamento geradas pela Plataforma AMA a partir do teste ergoespirométrico.
Curvas de VO₂, lactato e zonas — exatamente como vieram do teste

5 ZONAS METABÓLICAS PESSOAIS

ZonaIntervaloCombustívelUso clínico
Z1 — Recuperação ativaaté L1Gordura (combustível principal)Aquecimento, descanso ativo, longão lento
Z2 — Base aeróbicaL1 a FatmaxMaior queima de gorduraTreino de fundo, longas distâncias
Z3 — Tempoentre L1 e L2Transição metabólicaRitmo confortavelmente difícil, prova longa
Z4 — Limiar (L2)em L2Lactato estabilizadoRitmo de 10k a meia maratona
Z5 — VO₂máxacima de L2Esforço máximo sustentávelIntervalado, potência aeróbica

Cada zona é calculada a partir dos seus dados reais — não de fórmulas etárias ou estimativas. É a razão de existir do teste.

Três histórias atléticas.

F.J. · OBSERVAÇÃO CLÍNICA

Corredor de elite · 26 anos · 10 meses de acompanhamento

Contexto
Atleta de elite com performance nacional consolidada em provas de fundo (10 km e meia-maratona). Treinava 80 km/semana e estava em platô há meses no pace de 3:00/km, que vinha sendo atacado com volume incremental sem ganho. Outros profissionais sugeriam aumentar volume de treino.
O que a avaliação mostrou
TCPE mostrou limiar de lactato em 87% do VO₂máx — alto, sinal de boa eficiência aeróbica não-explorada. Economia de corrida deficiente em zonas baixas. Não era volume. Era qualidade de zona.
Resultado documentado
Em 10 meses: VO₂máx subiu 56,3 → 64,1 ml/kg/min. Pace de race 3:00 → 2:44/km. Consolidação como referência nacional na distância, com pódios em meias-maratonas de calendário nacional.

Era zona, não volume.

11 minutos a menos numa meia-maratona inteira — não treinando mais, treinando certo.

V.S. · OBSERVAÇÃO CLÍNICA

Maratonista elite feminina

Contexto
Treinava com técnico experiente, plano padrão de maratonista elite. Sem teto claro de performance estabelecido.
O que a avaliação mostrou
TCPE mostrou VO₂máx 68,8 ml/kg/min — top 1% mundial entre maratonistas femininas. Limiar ventilatório 2 (LV2) tardio. Plano padrão estava subestimando a capacidade dela.
Resultado documentado
Em 1 ciclo de treino calibrado para o teto medido: baixou 11 minutos numa maratona inteira. Classificação em prova internacional.

Os números mostraram um teto que ninguém tinha medido.

Top 1% mundial entre maratonistas femininas — número que só apareceu porque foi medido.

J.B. · OBSERVAÇÃO CLÍNICA

Tenista recreativo + musculação · 33 anos · 7 meses de acompanhamento

Contexto
Há oito anos treinava firme — musculação quatro vezes por semana e tênis recreativo duas vezes. Energia e disposição estavam ali. Mas a pergunta que toda pessoa que treina muito acaba fazendo finalmente apareceu: 'Estou treinando direito? Esse esforço está rendendo o que poderia?'
O que a avaliação mostrou
No teste cardiopulmonar, dois sinais que ninguém tinha medido. Primeiro: o coração demorava demais para desacelerar depois do esforço — sinal de um sistema autônomo (a parte do corpo que regula recuperação sem você pensar) ainda destreinado. Segundo: o corpo começava a queimar carboidrato como combustível principal cedo demais — em vez de queimar gordura, como faria um motor metabolicamente afinado. Resultado: muito treino, pouco ganho metabólico. Mantivemos a musculação e o tênis. Acrescentamos quatro treinos por semana de 30 minutos em zona aeróbica de base (Z2) — intensidade leve, na faixa em que o corpo aprende a usar gordura como combustível principal. Não foi treinar mais, foi treinar diferente. A base estava faltando.
Resultado documentado
Em 7 meses: VO₂ pico subiu de 38,5 para 45,5 ml/kg/min — capacidade aeróbica passou de 'Boa' para 'Excelente' pela classificação AHA. Composição corporal melhor — ganhou massa magra preservando peso (IMC 24,1 → 24,7 — músculo, não gordura). Capacidade de queimar gordura aumentou (56% da energia em repouso já vem de gordura). Gasto energético diário consolidado em 4.825 kcal. Classificação clínica de atividade passou para 'muito ativo'.

Eu treinava bastante. Eu não estava treinando direito.

Adicionar 30 minutos em ritmo leve, 4 vezes por semana, destravou 18% de VO₂ pico em 7 meses — com ganho de massa magra junto, não quilos extras.

Casos clínicos observados em consultório, com dados documentados em laudos médicos e consentimento por escrito dos pacientes. Identidades preservadas. Frases atribuídas refletem expressões dos pacientes em retorno clínico. Estrutura editorial similar a casos clínicos publicados em revistas médicas indexadas.

PRÓXIMO PASSO

Treinar com seus números.

Uma conversa de 15 minutos define se faz sentido — para um atleta que treina sério, vale a pena saber se a base de prescrição está certa.